sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Meu amigo Joselito

Joselito, figuraça que só, um dia tava me contando a história do primeiro encontro com Dona Uva, sua futura esposa.

Foi, como amigo (mas já rolava um clima), buscá-la no aeroporto do Galeão. Chegou meia-hora antes do desembarque e ficou esperando.

Vocês não fazem idéia do que significa esperar para o Joselito. Tá pra nascer um cara mais ansioso. Dizem que nasceu de 3 meses.

Voltando à história... Impaciente na porta do desembarque, ficou a esperar até que sua "amiga" saísse porta a fora.

O cara tava pra lá de nervoso. Eles tinham marcado de tomar um café após a sua chegada. Quando marcou o café, na verdade Dona Uva quis propôr uma volta, rápida, antes de deixá-la em casa. Mas não é que Joselito a levou para tomar um café na praça de alimentação do aeroporto? Ôooooooo Joselito!

- Joselito, onde você tá me levando?
- Ué, não vamos tomar um café?
- Pensei que iríamos sair pra jantar ou algo do gênero...
- Ah tá! Entendi que era um café!

Foi mais ou menos esse o diálogo.

Combinaram então de ir para um lugar conhecido por ela para poderem bater um papo. Desceram até o estacionamento do aeroporto quando então vem a parte mais engraçada da história. Joselito perdeu o carro. Isso mesmo, perdeu o carro em pleno estacionamento do terminal 1 do Galeão.

Foi um tal de anda pra lá, anda pra cá... cadê o carro, cadê você. Dona Uva tentava deixar o Joselito mais à vontade, não parava de tentar puxar assunto. Joselito, achando que havia ido tudo por água abaixo, não parava de suar de nervoso. Fazia frio no Rio e, ainda assim, Joselito era suor puro.

Foram uns quinze ou vinte minutos atrás do carro fujão.

Ao achar o fugitivo, acontece algo que deixa o Herby, de "Se meu fusca falasse" no chinelo! Dona Uva deu uma risada quando leu "I'm LOST" num adesivo colado na traseira do automotor. O carro têm vida!

Essa noite "desastrosa" marcou o início do namoro entre eles. Segundo Dona Uva, nesse dia ele a conquistou!

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