É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó na madeira
Caingá, candeia, é o matita-pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um Belo Horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é vida , é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol.
São as águas de março, fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
RPG - Role Playing Game

26 - 11 = 15 Caraaaaaaaaca!
Fazem 15 anos que começamos a jogar o tal do RPG... Lembro mais ou menos de como aconteceu. Uma galera, lá da vila onde moro, botou uma pilha para o Fernando levar para Vila Isabel um jogo que ele conhecia e jogava em Niterói. Eu tinha 11 anos, não me lembro dos detalhes dos fatos, talvez o Fernando faça um adendo... tá aí! Fernando, tá intimado a deixar um comentário contando, com maior detalhes, como que surgiu a idéia de jogarmos na vila...
Enfim, era 1992, aquela galera que vivia a jogar futebol de botão iria mudar um pouco sua rotina.
Chega o Fernando, com livros e mais livros... tudo em "ingrês"! Caraio... que merda...
Eu pensava que dado era sinônimo de cubo. Forma geométrica de seis lados, conforme aprendemos na escola. Nada disso...
Fui apresentado a todos os tipos de dados... Óbvio que o tradicional, de seis lados, mas também o de quatro (sem trocadilhos, por favor), oito, dez, doze e 20 lados.
Depois conhecemos a dinâmica do jogo... Como funcionam os ataques, uso de magias, diferença entre magias arcanas e divinas. Era muita informação...
O grupo era grande, não me lembro bem quem começou, mas durante os últimos 15 anos o grupo se consolidou em: André, André (Mú), Fábio (Viola), Leonardo, Pavel e Rodrigo. O Fernando sempre como Mestre (com M maiúsculo mesmo). Ao longo do tempo outras pessoas já jogaram também, óbvio que vou esquecer alguns nomes, mas aceito o apoio nos comentários: Bruno, Janaína, Alessandra, Lana (sei lá, uma amiga da Alessandra, acho que Lana foi o nome da personagem... hehehe), João Henrique, Felipe. Acho que a Sheila chegou a jogar, e a Bárbara do 17... mas não tenho certeza. Também tiveram uns colegas do CPII mas que nem lembro o nome... e certamente alguns amigos do Fábio.
Ao longo deste tempo também sempre tivemos a compania do Thiago e da Ingrid. Eles jogam na copa de 2014, Fernando? Eles sempre jogavam os dados como os inimigos, se divertindo às nossas custas.
Meu primeiro personagem foi um Clérigo de Tempus. O nome era Osires. Ao longo do tempo tive vários outros personagens... clérigos, guerreiros, bardos... mas a classe que acabei me identificando e que se tornou a minha preferida foi a de Paladino.
Os paladinos são personagens que lutam pela justiça. São os bonzinhos... e o mais difícil sempre foi conseguir interpretar um bonzinho e não um bobinho. Isso é uma coisa que levei pra vida. É muito diferente uma pessoa boa de uma pessoa boba! E muitos confundem!
Nossa primeira aventura foi hilária. Não tínhamos a menor noção de nada, como as coisas funcionavam, timming, melhor uso das habilidades... Mais do que natural. Mas a falta de noção foi característica fundamental para acontecer uma das coisas mais hilárias, lembrada até hoje. O Fábio colocou um tal colar que haviamos encontrado. No que ele coloca o tal colar, o mesmo começa a apertar, começando a estrangula-lo. Naquela coisa do "O que que eu faço?" o Rodrigo dá a idéia: "Fernando, vou tirar o colar com a bastarda". Simplesmente bastarda é um tipo de espada imensa, que deve ser segurada com as duas mãos. Digamos que uma ferramenta não indicada para este tipo de situação. O Fernando, que também estáva aprendendo a exercer seu papel de mestre, levou a frase ao pé da letra e nosso amigo foi morto. Teve a cabeça degolada.
Histórias engraçadas é o que não faltam... O Rodrigo contribui muito para esses momentos. Uma das melhores foi uma vez que, perdido no deserto, ele estáva morrendo de sede... O Fernando pergunta: "E aí? O que você vai fazer? Vc tá morrendo de sede...". Eis que o Rodrigo teve a brilhante idéia: "Vou cortar a corcova do camelo pra beber a água armazenada... Putaquepariu! Morreu o camelo e ele.
O Fábio também nos deu momentos de mais intensa alegria. Uma vez (uma não, várias) o coitado chorou por que colocou um cinturão, achado em uma das aventuras, e virou, permanentemente mulher.
Inclusive, acho que a partir deste acontecimento, o Andre gostou da idéia e passou a fazer apenas personagens do sexo feminino.
Outro momento digno dos trapalhões que o Fábio nos deu foi em uma viagem. Ao desmbarcar na capital do reino de Murghon nos perguntaram: "De onde vocês vieram?". Ele prontamente respondeu, de Dhaztanar... Tipo, Dhaztanar era do reino de Semphar, inimigo declarado. Fomos do porto para o xilindró.
Lembrei do André... também nos deu momentos hilários. Provavelmente eu também... mas esse blog sendo meu, prefiro falar apenas dos meus feitos heróicos, mais abaixo (hehehe).
Nosso mestre, bem seu Saraiva (tolerância zero), sempre foi caxias com o que falamos. Tipo: "Vocês estão numa bifurcação, esquerda ou direita?", "Fernando, vamos em frente", "Você deu de cara com a parede, perdeu 3 hp". Também sempre fez questão de interpretar da pior maneira os nossos feitiços de Wish. A pior foi com o Mú. Ele ganha um wish e deseja que a esposa seja ressucitada. Eis que seu desejo é atendido, ela aparece viva, mas no céu... cai e morre novamente. E o mané ainda deu razão pro Fernando, dizendo que não especificou direito o pedido. Sacanagem, hein Fernando?
De todos os meus Paladinos o maior foi Charles Brandon. Ouso dizer que foi o melhor personagem que teve no nosso jogo ao longo destes 15 anos. Foi o que chegou ao maior nível, e que teve os maiores escores. Enfim, foi "O Cara".
Despertou a inveja alheia, que acabou criando o hit mais tocado nos anos 90: "Aristóteles, comeu o cú do Charles", dizia a música infâme, com melodia de Jordy, isso mesmo, aquele francezinho... Outra era, "Chupa pala... chupa pala... chupa filho da putaaaaa". Óbvio que as lidas canções foram de autoria do Rodrigo, se você o conhece, entende o pq do óbvio.
Mas o pala foi foda...
Passavamos a semana esperando o sábado e o domingo, jogávamos 8, 10 horas por dia... e ainda ficávamos putos quando o Fernando fechava o livro e dizia que tinha que ir embora. Infelizmente são tempos bons que não voltam mais... hoje é difícil até mesmo jogarmos 3 horas de 15 em 15 dias.
Mas nem tudo está perdido. Nos juntamos novamente, vamos tentar mais uma vez voltar a jogar um pouco de RPG. Seremos eu, Fábio, e o André. Somados aos novos companheiros Pedro e Fabricio. O Fernando, como sempre, vai ser o Mestre. Não poderia deixar de citar, mas certamente toda a fascínio é decorrente da inquestionável qualidade das aventuras que o Fernando cria (ganhei milzinho de XP, né Fernando?). Aventuras dígnas de virarem roteiros Hollywoodianos (agora passei de nível, né?).
É isso. O Post ficou grande pra cacete e não paro de me lembrar de várias e várias coisas que aconteceram durante este tempo. Mas vou encerrar com a promessa de falar mais sobre esse hobby maravilhoso. Vou contar passagens alegres, passagens inesquecíveis, e vou até mesmo falar sério quando resolver escrever o quanto que acredito que o RPG me ajudou a me tornar o que sou hoje... de fato, acredito que muito do que sou foi impulsionado pelo desenvolvimento intelectual que tive jogando RPG, e não é exagero.
Fernando, como meu principal leitor, o que sugere para o próximo post? Que tal fazermos a narração da invasão da fortaleza do homem velho? Ou então falar sobre o Lion King? Ou o Monkey King? As lutas contra as Hordas dos Bárbaros? Ou então contra Seth? O China? ...
Fazem 15 anos que começamos a jogar o tal do RPG... Lembro mais ou menos de como aconteceu. Uma galera, lá da vila onde moro, botou uma pilha para o Fernando levar para Vila Isabel um jogo que ele conhecia e jogava em Niterói. Eu tinha 11 anos, não me lembro dos detalhes dos fatos, talvez o Fernando faça um adendo... tá aí! Fernando, tá intimado a deixar um comentário contando, com maior detalhes, como que surgiu a idéia de jogarmos na vila...
Enfim, era 1992, aquela galera que vivia a jogar futebol de botão iria mudar um pouco sua rotina.
Chega o Fernando, com livros e mais livros... tudo em "ingrês"! Caraio... que merda...
Eu pensava que dado era sinônimo de cubo. Forma geométrica de seis lados, conforme aprendemos na escola. Nada disso...
Fui apresentado a todos os tipos de dados... Óbvio que o tradicional, de seis lados, mas também o de quatro (sem trocadilhos, por favor), oito, dez, doze e 20 lados.
Depois conhecemos a dinâmica do jogo... Como funcionam os ataques, uso de magias, diferença entre magias arcanas e divinas. Era muita informação...
O grupo era grande, não me lembro bem quem começou, mas durante os últimos 15 anos o grupo se consolidou em: André, André (Mú), Fábio (Viola), Leonardo, Pavel e Rodrigo. O Fernando sempre como Mestre (com M maiúsculo mesmo). Ao longo do tempo outras pessoas já jogaram também, óbvio que vou esquecer alguns nomes, mas aceito o apoio nos comentários: Bruno, Janaína, Alessandra, Lana (sei lá, uma amiga da Alessandra, acho que Lana foi o nome da personagem... hehehe), João Henrique, Felipe. Acho que a Sheila chegou a jogar, e a Bárbara do 17... mas não tenho certeza. Também tiveram uns colegas do CPII mas que nem lembro o nome... e certamente alguns amigos do Fábio.
Ao longo deste tempo também sempre tivemos a compania do Thiago e da Ingrid. Eles jogam na copa de 2014, Fernando? Eles sempre jogavam os dados como os inimigos, se divertindo às nossas custas.
Meu primeiro personagem foi um Clérigo de Tempus. O nome era Osires. Ao longo do tempo tive vários outros personagens... clérigos, guerreiros, bardos... mas a classe que acabei me identificando e que se tornou a minha preferida foi a de Paladino.
Os paladinos são personagens que lutam pela justiça. São os bonzinhos... e o mais difícil sempre foi conseguir interpretar um bonzinho e não um bobinho. Isso é uma coisa que levei pra vida. É muito diferente uma pessoa boa de uma pessoa boba! E muitos confundem!
Nossa primeira aventura foi hilária. Não tínhamos a menor noção de nada, como as coisas funcionavam, timming, melhor uso das habilidades... Mais do que natural. Mas a falta de noção foi característica fundamental para acontecer uma das coisas mais hilárias, lembrada até hoje. O Fábio colocou um tal colar que haviamos encontrado. No que ele coloca o tal colar, o mesmo começa a apertar, começando a estrangula-lo. Naquela coisa do "O que que eu faço?" o Rodrigo dá a idéia: "Fernando, vou tirar o colar com a bastarda". Simplesmente bastarda é um tipo de espada imensa, que deve ser segurada com as duas mãos. Digamos que uma ferramenta não indicada para este tipo de situação. O Fernando, que também estáva aprendendo a exercer seu papel de mestre, levou a frase ao pé da letra e nosso amigo foi morto. Teve a cabeça degolada.
Histórias engraçadas é o que não faltam... O Rodrigo contribui muito para esses momentos. Uma das melhores foi uma vez que, perdido no deserto, ele estáva morrendo de sede... O Fernando pergunta: "E aí? O que você vai fazer? Vc tá morrendo de sede...". Eis que o Rodrigo teve a brilhante idéia: "Vou cortar a corcova do camelo pra beber a água armazenada... Putaquepariu! Morreu o camelo e ele.
O Fábio também nos deu momentos de mais intensa alegria. Uma vez (uma não, várias) o coitado chorou por que colocou um cinturão, achado em uma das aventuras, e virou, permanentemente mulher.
Inclusive, acho que a partir deste acontecimento, o Andre gostou da idéia e passou a fazer apenas personagens do sexo feminino.
Outro momento digno dos trapalhões que o Fábio nos deu foi em uma viagem. Ao desmbarcar na capital do reino de Murghon nos perguntaram: "De onde vocês vieram?". Ele prontamente respondeu, de Dhaztanar... Tipo, Dhaztanar era do reino de Semphar, inimigo declarado. Fomos do porto para o xilindró.
Lembrei do André... também nos deu momentos hilários. Provavelmente eu também... mas esse blog sendo meu, prefiro falar apenas dos meus feitos heróicos, mais abaixo (hehehe).
Nosso mestre, bem seu Saraiva (tolerância zero), sempre foi caxias com o que falamos. Tipo: "Vocês estão numa bifurcação, esquerda ou direita?", "Fernando, vamos em frente", "Você deu de cara com a parede, perdeu 3 hp". Também sempre fez questão de interpretar da pior maneira os nossos feitiços de Wish. A pior foi com o Mú. Ele ganha um wish e deseja que a esposa seja ressucitada. Eis que seu desejo é atendido, ela aparece viva, mas no céu... cai e morre novamente. E o mané ainda deu razão pro Fernando, dizendo que não especificou direito o pedido. Sacanagem, hein Fernando?
De todos os meus Paladinos o maior foi Charles Brandon. Ouso dizer que foi o melhor personagem que teve no nosso jogo ao longo destes 15 anos. Foi o que chegou ao maior nível, e que teve os maiores escores. Enfim, foi "O Cara".
Despertou a inveja alheia, que acabou criando o hit mais tocado nos anos 90: "Aristóteles, comeu o cú do Charles", dizia a música infâme, com melodia de Jordy, isso mesmo, aquele francezinho... Outra era, "Chupa pala... chupa pala... chupa filho da putaaaaa". Óbvio que as lidas canções foram de autoria do Rodrigo, se você o conhece, entende o pq do óbvio.
Mas o pala foi foda...
Passavamos a semana esperando o sábado e o domingo, jogávamos 8, 10 horas por dia... e ainda ficávamos putos quando o Fernando fechava o livro e dizia que tinha que ir embora. Infelizmente são tempos bons que não voltam mais... hoje é difícil até mesmo jogarmos 3 horas de 15 em 15 dias.
Mas nem tudo está perdido. Nos juntamos novamente, vamos tentar mais uma vez voltar a jogar um pouco de RPG. Seremos eu, Fábio, e o André. Somados aos novos companheiros Pedro e Fabricio. O Fernando, como sempre, vai ser o Mestre. Não poderia deixar de citar, mas certamente toda a fascínio é decorrente da inquestionável qualidade das aventuras que o Fernando cria (ganhei milzinho de XP, né Fernando?). Aventuras dígnas de virarem roteiros Hollywoodianos (agora passei de nível, né?).
É isso. O Post ficou grande pra cacete e não paro de me lembrar de várias e várias coisas que aconteceram durante este tempo. Mas vou encerrar com a promessa de falar mais sobre esse hobby maravilhoso. Vou contar passagens alegres, passagens inesquecíveis, e vou até mesmo falar sério quando resolver escrever o quanto que acredito que o RPG me ajudou a me tornar o que sou hoje... de fato, acredito que muito do que sou foi impulsionado pelo desenvolvimento intelectual que tive jogando RPG, e não é exagero.
Fernando, como meu principal leitor, o que sugere para o próximo post? Que tal fazermos a narração da invasão da fortaleza do homem velho? Ou então falar sobre o Lion King? Ou o Monkey King? As lutas contra as Hordas dos Bárbaros? Ou então contra Seth? O China? ...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Malditos Sejam!!!

Que esses malditos, safados, traíras e todos os "adjetivos" possíveis nunca mais passem nem perto de General Severiano.
Malditos
Malditos
Vão dizer "mas esse foi por isso", "mas aquele foi por aquilo", mas na verdade verdadeira são todos "farinha do mesmo saco".
Malditos
Malditos também sejam esses empresários...
Malditos
Maldita diretoria, incompetente que não consegue segurar nossos jogadores que despontam. E não toma jeito, é só olhar o caso do Triguinho... fim de 2008, quando ele "bombar", sai... de graça.
Malditos
Que merda que é gostar de futebol, pois esse "filhasdasputas" não merecem minha atenção.
Que nunca mais consigam ter êxito, seja onde for... e que nunca mais pensem em voltar pra o GLORIOSO...
Malditos
"... Vou festeja o seu sofrer, o seu penar. Você pagou com traição, a quem sempre lhe deu a mão..."
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Rapidinha
Não tenho tido tempo para nada... o bicho pegando no trampo, e Dona Uva no Rio...
Mas resolvi estreiar o mês de dezembro com uma pequena notinha!
Eu e uns amigos estamos nos organizando para voltar a jogar o nosso tão querido RPG... obviamente que este feito merece um post só pra ele, e é o que vou fazer em breve...
Fica aqui o compromisso... vou fazer um post sobre RPG... desde o começo, quando iniciamos nosso vício. Vou falar das aventuras vividas, nossas histórias. Todos os momentos cômicos... enfim, vai ser um post muito interessante.
Ó... sai ainda esse mês!
Mas resolvi estreiar o mês de dezembro com uma pequena notinha!
Eu e uns amigos estamos nos organizando para voltar a jogar o nosso tão querido RPG... obviamente que este feito merece um post só pra ele, e é o que vou fazer em breve...
Fica aqui o compromisso... vou fazer um post sobre RPG... desde o começo, quando iniciamos nosso vício. Vou falar das aventuras vividas, nossas histórias. Todos os momentos cômicos... enfim, vai ser um post muito interessante.
Ó... sai ainda esse mês!
Assinar:
Postagens (Atom)